Monthly Archives: maio 2017

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A APC Promove Encontro para Discussão dos Direitos dos Portadores de Doença de Parkinson

A legislação brasileira garante diversos direitos a pacientes com Doenças Crônicas. É necessário que os pacientes conheçam os seus direitos e saibam como reivindicá-los.

O evento pretende fornecer informações destacando-se as que dizem respeito a oferta de medicamentos para o tratamento da Doença de Parkinson.
As unidades do município fornecem gratuitamente, mediante receita médica emitida por médico do SUS, principalmente medicamentos que fazem a reposição da dopamina, que são fundamentais no tratamento da doença. Normalmente há descontinuidade na oferta, mas a partir desse ano a situação piorou muito.
Os pacientes percorrem diversas farmácias do Município e não encontram os medicamentos.

Outra possibilidade é comprar através do programa “Aqui tem Farmácia Popular” a um custo mais baixo. Entretanto, este não é o único medicamento de uso contínuo utilizado pelos pacientes. Juntando tudo, no final do mês a conta sai cara.

A Farmácia de Alto Custo da Secretaria Estadual de Saúdes (FARMES) dispensa remédios de custo mais elevado para tratamento da doença. Além da burocracia para o recebimento dos remédios, muitos deles estão constantemente em falta. Os pacientes telefonam ou vão a farmácia e muitas vezes voltam para casa sem os medicamentos.

A APC criou uma “farmácia solidária” com objetivo de ajudar, quando possível. Nem sempre dispomos dos remédios, já que estes são doados.
Nos últimos anos, assistimos pacientes fracionando comprimidos para fazê-los durar mais e ou praticando o escambo. A falta de medicamentos pode deixar o paciente rígido (travado) com grande dificuldade de movimentação, sem condições de sair de sua casa ou mesmo realizar atividade muito simples.


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Projeto Educação e Saúde na DP com vagas abertas.

Em muitas instituições de saúde, grupos de profissionais têm buscado enfrentar o desafio de incorporar no serviço público a metodologia da educação popular, ou seja a estruturação de instrumentos de ampliação dos canais de interação cultural e de negociação (cartilhas, jornais, reuniões, cursos etc…). Nesse sentido a educação em saúde passa a ser um instrumento de construção da participação popular nos serviços de saúde e, ao mesmo tempo, de aprofundamento da intervenção da ciência na vida cotidiana das famílias e da sociedade (Vasconcelos EM, 1998).

Com base no que foi escrito fica mais fácil compreender o objetivo do projeto de extensão: Educação e Saúde na doença de Parkinson: Cuidando dos pacientes, familiares e cuidadores, ou seja oferecer informações, quanto aos cuidados multiprofissionais na DP através de uma cartilha. Dessa forma, o grupo de profissionais especializados, residentes e alunos contribuirão, através do treinamento com os pacientes, seus familiares e cuidadores para o processo educativo.

A partir dos relatos dos pacientes e seus cuidadores, da observação e registro dos profissionais envolvidos com o Projeto será possível haver uma troca e produção de conhecimento entre professores, profissionais especializados, residentes e estudantes das diversas áreas de saúde e a sociedade.